sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como será em Bruxelas?








Segundo a acta da Comissão Eleitoral para as Eleições do Conselho Científico da FDUC, Vital Martins Moreira não colheu qualquer voto e ficou em último lugar nas preferências dos docentes da faculdade.

A votação realizou-se terça-feira, 2 de Junho. Entre os candidatos contavam-se todos os docentes doutorados que não tivessem declarado indisponibilidade para concorrer a um lugar no conselho científico.

Vital Moreira não manifestou indisponibilidade para continuar naquele órgão para o qual foi eleito em 2006, apesar não ter comparecido a qualquer reunião do conselho durante dois anos.

Nesse período, o constitucionalista também acumulou faltas injustificadas às aulas e não apresentou sumários da lições, como a lei exige. No entanto, Vital não foi alvo de qualquer processo disciplinar.
SOL

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=137484

Comentário

Bons exemplos de como o candidato lida com as suas obrigações, e são obrigções. Imagine-se agor com as promessas eleitorais...

Virar frangos ...






Vale e Azevedo: Vai a uma churrasqueira e pede ao empregado que embrulhe dois frangos. Enquanto o empregado embrulha os frangos, repara numas belas codornizes e pergunta ao empregado se pode trocar os 2 frangos por 4codornizes, ao que o empregado responde:

- Claro que sim.

Depois de embrulhadas as codornizes e entregues ao cliente, este vai-se embora, quando 0 empregado irrompe:

- Desculpe, mas o Sr. esqueceu-se de pagar as codornizes.

- Mas eu troquei-as pelos frangos! Disse Vale e Azevedo, "indignado"com a petulância do empregado.

- Mas também não pagou os frangos!, retorquiu o empregado.

- Correcto, mas também não os levo... concluiu o ex-Presidente do SLB

(SÃO MUITOS ANOS .....)






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quinta-feira, 4 de junho de 2009

"A mulher feia a mim não me convém"


É esta a capa do novo livro de Miguel Real, a publicar pela Quid Novi na segunda semana de Junho.

Um retrato como se segue:«Uma mulher seca, que nunca conheceu o amor, de passado trágico e futuro marcado pelo desejo de auto-afirmação; uma mulher de mentalidade despótica, adversa à espiritualidade dos valores, crente de que a única dimensão do bem reside na sua utilidade social; uma mulher cuja especialização académica consiste na manipulação de estatísticas, moldando a realidade à medida dos seus interesses; uma mulher que usa o trabalho, não como forma de realização, mas como modo de exaltação do poder próprio, criando, não o respeito, mas o medo em seu redor; uma mulher ensimesmada, arrogante, feia e triste, que ama a solidão e despreza os homens; uma mulher autoritária e severa consigo própria, imune ao princípio da tolerância; uma mulher que ambiciona ser Ministra.»

Tremem os corredores da Av. 5 de Outubro, parece.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

José Soeiro em Castro Verde


José Soeiro, deputado do PCP eleito pelo Distrito de Beja passou hoje por Castro Verde onde desnvolveu uma série de contactos com entidades locais, designadamente com o Município, o Centro de Saúde, a Associação de Agricultores do Campo Branco, O Lar Jacinto Faleiro e a Cooperativa de Consumo Popular Castrense.

domingo, 31 de maio de 2009

Legitimidade Moral








Estive na Avenida da Liberdade, na manifestação dos professores.

Estive lá em solidariedade com a classe a que pertence a mulher que escolhi para minha companheira.

Estive lá como membro do Conselho Geral Transitório de uma escola, lutando contra a nova política de gestão escolar.

Comigo, estiveram dezenas de milhares de professores e outros cidadãos que, no exercício do direito de manifestação, e em consciência manifestaram o seu desagrado para com a equipa ministerial da educação a as desastrosas políticas que estão a esboroar o sistema de ensino público.

Connosco, estiveram lá diversos dirigentes partidários e candidatos de diversos partidos, que manifestaram também a sua solidariedade para com a classe docente.

Não estiveram lá os dirigentes do Partido Socialista. Provavelmente alguns até gostariam de lá ter estado. Mas o PS já não tem dirigentes partidários. Já só tem membros do governo.

Sócrates manifestou a sua indignação, não por dezenas de milhares se terem contra as políticas educativas do seu governo, mas porque viu na TV diversos dirigentes partidários, naquilo a que chamou de aproveitamento político.

Esta foi a posição de um Primeiro Ministro que, entre duas acções de campanha de Vital Moreira, faz uma perninha no programa de inaugurações do governo, numa manifestação de aproveitamento partidário eleitoraleiro das obras executadas com o dinheiro dos contribuintes, em festas onde os custos não têm limites, e onde o Governo, está sempre em peso.

Senhor Primeiro Ministro: quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho.

Já agora, como se deslocam o Primeiro Ministro e a sua corte de dirigentes do Partido Socialista promovidos a membro do Governo? Nas suas viaturas próprias? Não, senhor. No carrinho do Estado, pois está claro.

Aliás seria bom que alguém se dedicasse a contabilizar as horas que os membros do governo passam em campanha, porque essas são algumas daquelas que eles não dedicam a tentar encontrar uma saída para os estado miserável a que conduziram este país.

Diz-se até que, quando chega a caravana de Vital, chegou o circo do Geppeto com o Pinóquio.

Aproveitamento por aproveitamento prefiro o dos dirigentes partidários que vão às manifestações da Avenida da Liberdade. Ao menos esses não pesam no bolso dos contribuintes.

E o senhor primeiro ministro não tem legitimidade moral para criticar seja quem for neste país por apoiar a luta dos professores.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Erro de Casting









Dia 7 de Junho é dia de eleição do Parlamento Europeu.

Vital Moreira foi escolhido por José Sócrates para encabeçar a candidatura socialista ao Parlamento Europeu.
"Nós, Europeus" é o lema que o Partido Socialista escolheu estas eleições europeias.

Desde o momento em que foi apresentado, o candidato socialista só tem sido notícia pelos piores motivos.

Foi o 1.º de Maio e a sua vitimização que, de tão esticada, se virou rapidamente contra o seu autor, logo que os portugueses tomaram consciência do descarado abuso político que se estava a retirar de incidentes lamentáveis.
Foi o caso Lopes da Costa, em que assumiu posição diametralmente oposta à posição oficial do Partido Socialista.
Foi a criação de um imposto europeu que, no seu entender e algo inexplicavelmente, não iria afectar a bolsa dos portugueses, nem dos europeus, presumindo-se que uma qualquer entidade supranatural enviaria a cada um dos europeus um dinheirito para pagar tal taxa.

É agora o encostar o PSD relativamente ao caso BPN, quando o PS tudo faz para afastar do caso Freeport toda e qualquer ligação aos seus dirigentes, o mesmo caso BPN que tem muito de culpa de uma entidade supervisora, presidida por alguém que se paga a si mesmo com um chorudo vencimento para o fazer, e que nada supervisou, e que, até agora foi o único socialista de renome a defender o já referido imposto europeu inventado por Vital Moreira.

É agora o trocar as Pirites Alentejanas pelas Minas de São Domingos, numa perfeita demonstração do quanto a leste da realidade anda o candidato socialista. Dizer, num comício, com entoação de grande conquista, não uma mas por duas vezes, que a mina de São Domingos iria voltar a laborar a partir de Segunda-feira é sinal de três coisas: primeiro que está a fazer campanha eleitoral com a actividade de uma empresa privada, altamente beneficiada pelo governo socialista; segundo, não sabe, e não deve ter muito interesse em saber qual a real situação e o que se passou nas Pirites Alentejanas; terceiro não sabe onde ficam Aljustrel e Mértola, e provavelmente nem sabe que existem, e muito menos sabe que as Minas de São Domingos estão definitivamente desactivadas há décadas.

Disto tudo retira-se que, o lema escolhido para discutir apenas e só os chamados "temas europeus" está posto de parte, porque à parte da pézada do imposto, nada tem falado de relevante em termos europeus.
Mas em termos de políticas nacionais tem demonstrado um profundo desnorte relativamente às posições do PS, um desconhecimento profundo da realidade portuguesa e um completo alheamento das situações criticas porque passam algumas empresas.

Encostar o PSD para tomar posição relativamente aos envolvidos no caso BPN, legítima qualquer portugueses a exigir que o PS tome posição relativamente aos envolvidos, não no caso criminal das luvas e da corrupção, mas na responsabilidade administrativa da autorização do projecto do Freeport nas condições em que a mesma foi concedida.

E se em termos de corrupção não nos podemos pronunciar, já na questão administrativa sabemos o nome dos dois responsáveis principais: José Sócrates e Pedro Silva Pereira, respectivamente Primeiro Ministro e Ministro Adjunto do Primeiro Ministro, Ministro do Ambiente e Secretário de Estado do Ambiente, também respectivamente, à data dos acontecimentos.

Vital Moreira ainda não sabe o que anda a fazer. sabe que quer, e que vai para o Parlamento Europeu, como eurodeputado socialista para defender os interesses de Portugal naquele hemiciclo.

Acho que não sei o que vai para lá fazer, e eu, como português, fico muito preocupado com o que ele irá defender.

Vital Moreira é um estrondoso erro de casting do PS.
Pena é que, democraticamente, venha a ser um erro de casting de Portugal destas europeias.

Il Senattore




Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
por Clara Ferreira Alves


Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.

A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante a sua longa carreira politica.
A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo em Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu, o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers".
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume no caso Emaudio e no caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume às "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente no incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a cinco milhões de Euros.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de dois milhões e meio de Euros, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na... Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era claro está... João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai. Vai... e não volta mais.

Clara Ferreira Alves

Expresso


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Comentário:


Eis uma referência do Partido Socialista, dos socialistas e da Democracia burguesa em Portugal.

Quem me dera...

ÚLTIMA CEIA SOCIALISTA
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Comentário
Vejam só o arzinho destes cromos.
Esperemos que se levantem da mesa, ou pelo menos que deixem de mandar ir vitualhas para cima dela.
O cromo principal, o que está ao meio, ao invés de ter feito o milagre dos pães, fez o milagre dos desempregados e dos pobres.


O DESORDENADO - Mário Crespo


O desordenado António Marinho Pinto está para o PS de Sócrates como o estão Vitalino Canas, Augusto Santos Silva ou Pedro Silva Pereira. É um indefectível. Tal como Sócrates, Marinho Pinto vê em tudo o que o prejudica uma urdidura de travestis do trabalho informativo. Tal como Sócrates, o Bastonário dos Advogados vê insultos nos factos com que é confrontado. E reage em disparatado ultraje e descontrolo, indigno de quem tem funções públicas. Marinho Pinto na TVI foi tão sectário como Vitalino Canas ou Santos Silva e conseguiu o prodígio de ser mais grosseiro numa entrevista do que Sócrates foi na RTP e Pedro Silva Pereira na SIC. É obra. Marinho Pinto não tem atenuantes. Não trabalhou no Ministério do Ambiente de Sócrates e, que se saiba, não faz parte do seu núcleo duro. É pois de supor que não esteja vinculado ao voto de obediência cega que tem levado os mais próximos de Sócrates à defesa do indefensável, à justificação do injustificável e a encontrar razão no irracional. Não tendo atenuantes, Marinho Pinto tem agravantes. O Estado de direito delegou na Ordem dos Advogados importantes competências reguladoras de um exercício fundamental para a sociedade. O Bastonário tem que as exercer garantindo uma série de valores que lhe foram confiados pelos seus pares. O comportamento público do Bastonário sugere que ele está a cumprir uma bizarra agenda pessoal com um registo de regularidade na defesa apaixonada de José Sócrates e do PS. O que provavelmente provocou em Marinho Pinto o seu lamentável paroxismo esbracejante em directo foi a dura comparação entre as suas denúncias sobre crimes de advogados e os denunciantes do Freeport. Se a denúncia de irregularidades na administração de bens públicos é um dever, a atoarda não concretizada é indigna. O que o Bastonário da Ordem dos Advogados disse sobre o envolvimento dos seus pares nos crimes dos seus constituintes é o equivalente aos desabafos ébrios tipo: "são todos uns ladrões" ou "carrada de gatunos". Elaborações interessantes e de bom-tom, se proferidas meio deitado num balcão de mármore entre torresmos e copos de três. Presumo que a Ordem dos Advogados não seja isso. Nem sirva de câmara de eco às teorias esotéricas do Bastonário de que a Casa Pia foi uma Cabala para decapitar o PS ou que o Freeport é uma urdidura politico-judicial-jornalistica. Se num caso, um asilo do Estado com crianças abusadas fala por si, no outro, um mega centro comercial paredes-meias com a Rede Natura, tem uma sonoridade tão estridente como o grito de flamingos desalojados. A imagem que deu na TVI foi de um homem vítima de si próprio, dos seus excessos, do seu voluntarismo, das suas inseguranças e das suas incompetências. Marinho Pinto tentou mostrar que era o carrasco do mensageiro que tão más notícias tem trazido a José Sócrates. Fê-lo vociferando uma caterva de insultos como se tivesse a procuração bastante passada pelo Primeiro Ministro para desencorajar e punir este jornalismo de pesquisa e denúncia que tantas e embaraçosas vezes tem andado à frente do inquérito judicial. E a verdade é que sem o jornalismo da TVI não havia "caso Freeport" e acabar com Manuela Moura Guedes não o vai fazer desaparecer.


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Comentário


Não aprecio o estilo de Manuela Moura Guedes.

Ainda aprecio menos o estilo do Bastonário da Ordem dos Advogados que, em vez de cumprir com as suas obrigações primárias para com aqueles que o elegeram, os advogados, anda armando peixeiradas em cada esquina em que pára, colocando em causa a imagem de uma classe que não se revê nesses comportamentos.

O mais grave é a utilização do cargo de Bastonário para se constituir Defensor Oficioso dos interesses pessoais de uma familia política bem determinada.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

30 de Maio - Manifestação de Professores

Os professores vão voltar a manifestar o seu descontentamento face às políticas da equipa do Ministério da Educação, lideradas pela ministra Maria de Lourdes Rodrigues.

É já no próximo dia 30 de Maio, pelas 15H00, no Marquês de Pombal.

Os professores vão, novamente, descer a Avenida da Liberdade, numa jornada que se espera ter, se não mais, pelo menos a mesma aderência das anteriores.

Eu, solidariamente, estarei lá.

Vá também. Não custa nada.