terça-feira, 26 de março de 2013

República - II


Pois. Como disse, é suposto, num regime republicano, que o Estado seja imune aos interesses individuais e corporativos, nomeada e principalmente aqueles que lhe que lhe possam causar prejuízo.
Parece que este senhor, Jorge Silva Carvalho, enquanto membro dos serviços secretos nacionais, utilizou a sua posição para aceder a informação privilegiada acerca de pessoas e empresas, e parece que terá facultado parte dessa informação a pessoas e empresas concorrentes.
O próprio admitiu pertencer à maçonaria, que por muito que queiram branquear a sua imagem, para mim, uma organização que se esconde atrás do segredo, não deve ter uma face muito clara.
Dessa mesma organização, alegadamente, faria parte o beneficiário das informações que Jorge Carvalho lhe terá facultado.
Também faz parte da mesma instituição o Ministro Relvas, eminência parda do poder vigente, amplamente conhecido pela sua incompetência, para além de outros atributos, cuja extensa lista é impossível de aqui explanar.
Hoje, como brinde, o sr. Jorge Carvalho, adquiriu vínculo ao Estado, com a categoria de Técnico Superior, com vaga criada expressamente para si na Presidência do Conselho de Ministros.
Antigamente, para se entrar no Estado tinha que se fazer prova de idoneidade para tal. ´
Hoje premeia-se quem, no exercício de funções públicas, lesou o Estado, pelo abuso das mesmas, e colocou todo o aparelho em total descrédito.

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