Há dias atrás, em mais uma das suas visitas ao
Parlamento, onde não se sabe comportar como convidado que é, nem sequer respeitar os Deputados que, no seu todo, compõem o órgão de soberania Assembleia da República, o Primeiro Ministro Sócrates (aquele que alguns gostam de ver bem ao longe, não vão eles ser confundidos com apoiantes do Governo), lamentou-se que a oposição (esses malandros!) apenas apontam os exemplos negativos e nunca falam nos positivos, dando como exemplo a empresa Qimonda, recentemente alvo de uma ajuda por parte do
Governo alemão e com promessas no mesmo sentido por parte do Governo português.


Ontem, o país acordou sobressaltado com a declaração de falência da Qimonda (cas-mãe), decretada pelos tribunais germânicos.
Dirão alguns: mas o Governo não é obrigado a adivinhar estas situações, ainda por cima em países estrangeiros com empresas estrangeiras.
Eu não penso assim.
A declaração de falência de uma empresa não se faz assim, de um dia para o outro. O processo tinha que andar há muito tempo nos tribunais, ainda para mais tratando-se de uma empresa da envergadura da Qimonda.
Sendo Portugal um país com Embaixada acreditada na República da Alemanha, pergunta-se: para que está o Embaixador em Berlim se nem sequer se apercebe que a empresa proprietária da maior exportadora portuguesa está em vias de ser declarada em falência.
Trata-se, claramente, de um exemplo de sucesso que deve ser apontado e referido muitas vezes pela oposição quando o Primeiro-Ministro Sócrates passar novamente pelo hemiciclo de São Bento.

Salazar também achava a oposição "uma maçada"!
ResponderEliminarSobretudo a bem dos trabalhadores espero que dê a volta por cima como fez em Aljustrel.
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