
O PORA -Programa Operacional da Região Alentejo está sem representante das autarquias devido à demissão de Silvino Sequeira, Presidente da Câmara de Rio Maior.
Já ouvi um zum-zum, que vale o que vale, acerca da possível indigitação para o cargo de um autarca do Baixo Alentejo, com muito longa experiência.
Vamos aguardar e ver no que dá.
Será o Dr. João Rocha ?
ResponderEliminarNão era nada mal escolhido, não senhor.
ResponderEliminarMas creio que há-de ser alguém mais ao gosto do Partido Socialista.
Dr.Pós Mina?
ResponderEliminarO Presidedente da C. M. Moura não está assim tão próximo do PS.
ResponderEliminarNão pensei na proximidade política ao PS. Pensei no reconhecimento da sua capacidade e do respeito que os adversários lhe têm, precisamente por reconhecerem as suas capacidades, técnicas,políticas e humanas.
ResponderEliminarSabe que, e isto aprendi há poucos anos, cerca de 2 ou 3, que a competência, mesmo que reconhecida, é pormenor de segundo plano.
ResponderEliminarPrimeiro o interesse, depois a competência.
Quando digo próximo do PS, quero dizer quem melhor satisfaça o interesse do PS na conquista de Câmaras CDU.
Mais não digo.
Estou a anos luz de pensar que seja Castro Verde.
ResponderEliminarE porque não?
ResponderEliminarNão estou a dizer que seja, mas reúne as condições.
Conhece alguém qu goste tanto de estar com "Deus e o Diabo"?
Será o autarca de Ourique para se ver livre do "molho de bróculos" em que está metido? ;)
ResponderEliminarEsse reune os critéios relativos ao amiguismo político, mas falta-lhe o rest: a longa experiência e ...
ResponderEliminarÉ isso mesmo j.nuno, 1ºo interesse (pessoal), depois o interesse(pessoal), depois os interessesinhos, depois a competência logo se vê...se o padrinho ou madrinha for "bom", adeus competência.
ResponderEliminarEu não acredito que vão lá por alguém, sem um minímo de formação académica compatível com as áreas em questão.
ResponderEliminarAcha realmente que isso é assim tão importante.
ResponderEliminarNão se trata de escolher um técnico, que dessa fazenda tem a CCDRA muitos pares de calças.
Trata-se de um cargo político, de decisão, para escolher de entre os projectos que reúnem os critérios, quais é que vão, de facto comer uma fatia do bolo.