
Do lado, oposto, a Suécia e a Dinamarca são os campeões da partilha da riqueza.
O Governo Português reagiu de imediato, claro, invocando que os dados se reportam a 2004.
O Eurostat corrigiu a análise, e melhorou um bocadito a imagem de Portugal. Afinal, a Roménia entretanto entrou para a U.E.
Parece que o Partido Socialista não teve responsabilidades governativas entre 1995 e 2002, e que não contribuiu decisivamente para os dados de 2004.
E também parece que o actual Primeiro Ministro não integrou os Governos de Guterres, e este não eram apoiados pelo Partido Socialista.
Enquanto isso, Portugal foi ultrapassado por Chipre e Malta, entre outras poderosas economias europeias.
O que dá que pensar é que países "miseráveis", "atrasadíssimos", onde as "crianças morriam da mais imensa miséria, em plena rua", como a República Checa (ex- Checoslováquia), Bulgária, Hungria e Polónia, em muito menos tempo, passaram para a frente de Portugal.
Afinal, das duas uma, ou não estavam em tal mau estado, ou então aprenderam muito mais rapidamente que Portugal, em tempos os melhor aluno da U.E., a aplicar os apoios facultados.
Já agora: quem vai prestar contas, às gerações futuras (porque já perdi a esperança que prestam à minha) do fracasso redundante que se está verificando na escolha do modelo de desenvolvimento e na aplicação dos apoios, muitos milhares de milhões de euros, entrados em Portugal e dos quais não se vêem resultados proporcionais.
E, já agora, porque não, importam-se de informar quem vai pagar a factura?
Ou pensavam que não havia retorno?
Isto das assimetrias é complicado. Começa logo pelos t... vai logo nos génes.
ResponderEliminarBoa noite
ResponderEliminarnem mais